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Perguntas Frequentes

O que é coleta seletiva?

É o recolhimento dos inorgânicos (previamente separados) que são recolhidos e levados para seu reaproveitamento.

O que é o Programa Coleta Seletiva Solidária UFSCar?

A Coleta Seletiva foi implantada na UFSCar no ano de 1994 e a universidade foi pioneira na separação de resíduos em São Carlos.

A partir do ano de 2004, com a implantação da Coleta Seletiva no município de São Carlos, a UFSCar passou a tomar parte do esquema organizado de reciclagem de materiais através de um sistema de cooperativas de catadores que atende a cidade.

Em 25 de outubro de 2006 entrou em vigor o Decreto 5.940, que institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas de catadores de recicláveis. Este decreto prevê a institucionalização da coleta seletiva e a formação de um conselho gestor e comissões internas para o gerenciamento da coleta seletiva solidária.

Em outubro de 2011 foi aprovada a portaria interna GR 10/10/2011 que adequou a Coleta Seletiva da UFSCar aos termos deste Decreto. Esta portaria institucionalizou a Coleta Seletiva na UFSCar como “Programa Permanente de Gestão e Gerenciamento Compartilhado de Resíduos Sólidos e Coleta Seletiva Solidária”.

No Campus de São Carlos são encontrados coletores amarelos para o descarte seletivo de materiais (plásticos, vidros e metais) e caixinhas coletoras para papéis, no interior dos prédios e departamentos; além de contentores azuis distribuídos em pontos estratégicos para a retirada destes materiais pelos trabalhadores da cooperativa COOPERVIDA, única cooperativa de catadores na cidade que atualmente atende os termos do Decreto.

Diversas atividades para a melhoria da gestão da coleta seletiva e voltadas para a educação ambiental têm sido desenvolvidas. Entre as ações podemos destacar as oficinas e dinâmicas realizadas com as funcionárias da empresa terceirizada de limpeza, as ações de sensibilização na UAC, na Moradia Estudantil e nas cantinas.

Para mais informações sobre o Programa Coleta Seletiva Solidária Ufscar: http://www.deaea.ufscar.br/projetos-de-extensao-1/a-coleta-seletiva-e-as-acoes-de-educacao-ambiental

Qual a importância da coleta seletiva?

É uma alternativa para minimizar o impacto da enorme produção de resíduos descartados na natureza, uma vez que alguns materiais levam anos para se degradar. Além do mais, contribui para a economia solidária e geração de renda familiar.

Qual o destino dos materiais recicláveis coletados dentro da universidade (Campus São Carlos)?

Estes materiais são destinados à Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de São Carlos (COOPERVIDA), contribuindo para a economia solidária familiar desses trabalhadores.

O que é Economia Solidária?

É uma alternativa organizada e autogestionária responsável pela geração de trabalho e renda a favor da inclusão social. Compreende um conjunto de atividades econômicas destinadas à produção de bens e distribuição, consumo solidário, finanças solidárias (poupança e crédito), bem como trocas, comércio justo e preservação do meio ambiente. Inclui-se como participantes as cooperativas e associações, os clubes de troca, as empresas que possuem autogestão, as redes de cooperação, entre outras.

A Economia Solidária possui como características: cooperação, autogestão, dimensão econômica (conjunto de elementos de viabilidade econômica vinculado aos aspectos culturais, ambientais e sociais) e solidariedade. É apontada como uma nova lógica de desenvolvimento sustentável que engloba o crescimento econômico e a responsabilidade socioambiental; é também uma aversão à prática capitalista, pois opõe-se à exploração do trabalho e dos recursos naturais.

Há o compartilhamento dos resultados econômicos, políticos e culturais pelos praticantes.

O que depositar nos coletores amarelos encontrados nas dependências da universidade?

Plásticos em geral, latas de alumínio e vidros vazios e livres de contaminação, embalagens Marmitex limpas, papéis em geral, óleo comestível usado acondicionado em garrafas vedadas de PET.

O que NÃO depositar nos coletores amarelos encontrados nas dependências da universidade?

Materiais orgânicos de qualquer natureza, materiais tóxicos como lâmpadas, pilhas e baterias e resíduos de laboratórios de ensino e pesquisa.Também não depositar isopor, marmitas com restos de alimentos, etiquetas e fitas adesivas, papel higiênico, fotografias, bituca de cigarro, papel metalizado, absorventes, , tecidos, esponjas de aço, roupas íntimas, espuma, , materiais acrílicos, , grampos e clipes.

O que DEPOSITAR nas caixinhas de papelão?

Deposite apenas papel e resíduos de papel em geral (de caderno, revistas, livros). Não depositar papel higiênico, carbono, guardanapo e adesivo.

Como utilizar os contentores azuis encontrados nas dependências da universidade?

Os contentores azuis são somente para o armazenamento dos materiais previamente descartados nos coletores amarelos e acondicionados em sacos plásticos, de preferência de cor azul (isto facilita o trabalho da cooperativa, seu respectivo transporte dos resíduos e mantém os coletores limpos).

Quais os problemas enfrentados na Coleta Seletiva Solidária UFSCar?

A má utilização dos coletores e contentores espalhados por todo o campus pelo público em geral, resulta em acúmulo de resíduo orgânico e não-orgânico (que são jogados de maneira avulsa, ficando espalhados no interior destes coletores). Disto, ocasiona mau cheiro e entupimento dos contentores. Essa prática irregular prejudica o trabalho dos catadores responsáveis pela retirada dos materiais reciclados e o seu transporte, sendo também um potencial para que esses trabalhadores se machuquem (ao retirar os resíduos não acondicionados em sacolas plásticas). Além disso, os contentores mau utilizados com acúmulo de resíduos misturados e água são criadouros de animais disseminadores de doenças, como ratos, baratas e mosquitos.

Por que sua colaboração é importante?

A preservação ambiental é de extrema importância para a manutenção da vida na Terra, que fornece sustentação e condições propícias para os organismos que nela habitam. Estamos todos integrados e coabitados neste organismo único: este possui seus recursos finitos que demandam sua utilização de forma correta, generosa e responsável.

A separação de seus resíduos orgânicos e não-orgânicos é uma prática consciente, que contribui para com a economia solidária, geração de renda de trabalhadores e redução significativa da quantidade de resíduos produzidos (sendo estes industriais ou não). Esta e outras ações positivas e benéficas que podemos executar como o consumo consciente são capazes de criar uma sociedade global sustentável.

Justiça econômica, direitos humanos e ambientais e o respeito pelo meio ambiente que nos cerca, são aspectos de interesse e responsabilidade coletiva. Podemos buscar meios e caminhos que conduzam a um equilíbrio e harmonia ambientais, perante a sobrecarga na qual nosso planeta se encontra.

Somos todas e todos parte deste Programa de Coleta Seletiva Solidária. Juntas e juntos somos mais!

Quais coletores de resíduo químico que o DeGR disponibiliza aos usuários?

Os coletores são tambor, bombona e barrica de papelão.

Quais as condições gerais para a classificação dos resíduos químicos?

Para classificar os resíduos é necessário o conhecimento do processo de geração do mesmo, ou seja: tipo de amostra; quantidade e origem dos produtos químicos e método de análise (reações químicas envolvidas), bem como o procedimento analítico utilizado que resultaram na geração do resíduo químico.

A partir das informações obtidas sobre as características físicas e químicas dos produtos químicos empregados pode-se prever a periculosidade do resíduo gerado. Essas informações estão disponíveis aos usuários pelos fabricantes e revendedores de produtos químicos. (consulte as Fichas de Informação de Segurança de Produtos Químicos ou Material Safety Data Sheet – MSDS - para reagentes importados).

Para informações mais detalhadas, consulte a CARTILHA DE ORIENTAÇÃO PARA OS USUÁRIOS DE LABORATÓRIO, disponível neste site (clicar em Projetos de Extensão – Resíduos de Laboratório).

Como se dá o descarte correto de vidrarias dos laboratórios?

As vidrarias devem ser limpas (ou descontaminadas via tríplice lavagem) e autoclavadas; para seu armazenamento utilize recipientes adequados (pode-se utilizar caixas de papelão reforçadas). Durante o manuseio dos frascos e embalagens, adote medidas de biossegurança. Não misture as vidrarias de laboratório com outros materiais recicláveis. Os laboratórios são responsáveis pela descontaminação, limpeza e acondicionamento de tais vidrarias. Após, devem ser encaminhados ao DeGR.

O que é a tríplice lavagem?

Trata-se da efetuação dos seguintes procedimentos:

a) despeje todo o conteúdo da vidraria no coletor de resíduo específico;

b) adicione ¼ de água do volume total da vidraria;

c) agite bem por 30 segundos;

d) despeje este ¼ de água no coletor de resíduo.

Este procedimento deve ser realizado três vezes. Após, guardar o rótulo da embalagem para posterior identificação.

Como se dá o descarte correto dos frascos e embalagens vazias?

Mantenha os frascos vazios, sem restos de produtos e tampados; com ausência de sinais externos de contaminação. Durante o manuseio dos frascos e embalagens, adote medidas de biossegurança; não misture frascos e embalagens vazias com outros materiais recicláveis.

Como se dá o descarte correto dos resíduos radioativos?

Os resíduos radioativos, cuja atividade esteja superior às recomendadas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), devem ser acondicionados em depósitos de decaimento (até que suas atividades se encontrem dentro do limite permitido para sua eliminação - considere como de 10 meias vidas o tempo necessário para obter um decréscimo quase total para a atividade dos materiais de fontes não seladas empregadas na área biomédica). Não misture rejeitos radioativos líquidos com os sólidos, sempre utilizando recipientes especiais, devidamente etiquetados e apropriados à natureza do produto em questão. Estes resíduos deverão ser mantidos em local com blindagem de chumbo e separados de quaisquer outros materiais radioativos em uso.

NOTA: o DeGR não possui infraestrutura e/ou treinamento específico para a manipulação destes resíduos. Aconselha-se aos laboratórios que, após o armazenamento destes resíduos em recipientes adequados, aguardem o tempo de decaimento dos mesmos; assim, posteriormente poderão ser encaminhados para o descarte (tanto os resíduos quanto as embalagens). Os animais utilizados nas pesquisas, que envolvem materiais radioativos, devem ser descartados como rejeito biológico (após o período de decaimento). Para maiores informações, consulte a página do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN): https://www.ipen.br. Há também o site da Comissão Nacional de Energia Nuclear: http://www.cnen.gov.br. Para informações mais detalhadas, consulte a CARTILHA DE ORIENTAÇÃO PARA OS USUÁRIOS DE LABORATÓRIO, disponível neste site (clicar em Projetos de Extensão – Resíduos de Laboratório).

Como se dá o descarte correto dos resíduos infectantes?

O resíduo contaminado deve ser embalado em sacos plásticos para o lixo tipo 1, de coloração branca, com capacidade máxima de 100 litros (indicados pela NBR 9190 da ABNT). Mantenha tais sacos totalmente fechados e íntegros, impedindo possíveis derramamentos de seu conteúdo, bem como devidamente etiquetados. NUNCA descarte tais resíduos no meio ambiente ou disponha para a coleta do lixo comum.

Para informações mais detalhadas, consulte a CARTILHA DE ORIENTAÇÃO PARA OS USUÁRIOS DE LABORATÓRIO, disponível neste site (clicar em Projetos de Extensão – Resíduos de Laboratório).

NOTA: Todo o material de contaminação biológica e infectante deve ser retirado pela empresa São Carlos Ambiental, pelo Programa de Coletas Especiais. O telefone para contato é o 3368-2244 (com Carol). Outra possibilidade é através da Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura Municipal, cujo telefone para contato é o 3362 1300, mediante cadastro a ser realizado. Para a realização deste cadastro, pede-se que seja feito um ofício protocolado no SIM endereçado ao meio ambiente (este será encaminhado ao responsável pela autorização).

Como se dá o descarte correto dos resíduos perfurocortantes?

O manuseio deve ser realizado utilizando equipamentos de proteção. Acondicione estes resíduos de modo a evitar acidentes com as demais pessoas que venham a entrar em contato com tais materiais (em recipientes de plástico rígido ou caixas de papelão do tipo “Sharp Box”, adquiridas em lojas de produtos médico-hospitalares, com tampa ou também em recipientes resistentes à autoclavação). Identifique tais recipientes com informações sobre a origem e data do descarte. Para informações mais detalhadas, consulte a CARTILHA DE ORIENTAÇÃO PARA OS USUÁRIOS DE LABORATÓRIO, disponível neste site (clicar em Projetos de Extensão – Resíduos de Laboratório).

NOTA: Todo o material de contaminação biológica e infectante deve ser retirado pela empresa São Carlos Ambiental, pelo Programa de Coletas Especiais. O telefone para contato é o 3368-2244 (com Carol). Outra possibilidade é através da Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura Municipal, cujo telefone para contato é o 3362 1300, mediante cadastro a ser realizado. Para a realização deste cadastro, pede-se que seja feito um ofício protocolado no SIM endereçado ao meio ambiente (este será encaminhado ao responsável pela autorização).

Onde encontrar artigos médico-hospitalares na cidade de São Carlos - SP ?

Uma das opções é a empresa ORTOMED localizada na Av. São Carlos 2811, centro 13560-011 – contato via telefone (016 - 3364 2131) ou email ().

Quais são as normas do DeGR para a coleta dos resíduos nos laboratórios?

A coleta dos resíduos nos laboratórios é realizada em data determinada mediante uma solicitação via site ou e-mail, contendo a composição e a quantidade dos resíduos. O armazenamento provisório do resíduo deverá ser feito no próprio laboratório aguardando retirada pelo departamento na data estabelecida. Os frascos de resíduos identificados deverão ser mantidos em caixas apropriadas e identificadas, de acordo com a incompatibilidade, com o objetivo de evitar acidentes durante o transporte para o departamento de gestão de resíduos. Para informações mais detalhadas, consulte a CARTILHA DE ORIENTAÇÃO PARA OS USUÁRIOS DE LABORATÓRIO, disponível neste site (clicar em Projetos de Extensão – Resíduos de Laboratório).

O que é Biossegurança?

Biossegurança é um conjunto de ações, procedimentos, metodologias, técnicas bem como dispositivos e equipamentos capazes de propiciarem a eliminação ou minimização dos riscos inerentes às atividades de produção, pesquisa, ensino, prestação de serviços e desenvolvimento tecnológico, que podem comprometer a saúde dos animais (humanos ou não humanos), do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos.

Quais equipamentos fornecem proteção individual?

Os equipamentos de proteção individual (EPI) são empregados para a proteção quando há o contato com agentes infecciosos, tóxicos ou corrosivos, calor excessivo, fogo e outros perigos. Também são utilizados para evitar a contaminação do material em experimento ou em produção. São eles: luvas; jalecos; óculos de Proteção e Protetor Facial; máscara (tecido, fibra sintética descartável, com filtro HEPA, filtros para gases, pó, etc.); avental impermeável; uniforme de algodão, composto de calça e blusa; dispositivos de pipetagem (borracha peras, pipetadores automáticos, etc.).

Para informações mais detalhadas, consulte a CARTILHA DE ORIENTAÇÃO PARA OS USUÁRIOS DE LABORATÓRIO, disponível neste site (clicar em Projetos de Extensão – Resíduos de Laboratório).

IMPORTANTE: EPIs usados constituem resíduos perigosos e não devem ser descartados no lixo comum.

O que são equipamentos de proteção coletiva (EPC)?

Estes equipamentos permitem a proteção dos usuários do laboratório, do meio ambiente e da pesquisa a ser desenvolvida. São exemplos: cabines de segurança biológica; fluxo Laminar de ar; capela química NB; chuveiro de emergência; lava olhos; manta ou cobertor; vaso de areia (ou balde de areia); extintor de incêndio à base de água; extintor de incêndio de CO2 em pó; extintor de incêndio de pó seco; extintor de incêndio de espuma; extintor de incêndio de BCF; mangueira de incêndio.

Para informações mais detalhadas, consulte a CARTILHA DE ORIENTAÇÃO PARA OS USUÁRIOS DE LABORATÓRIO, disponível neste site (clicar em Projetos de Extensão – Resíduos de Laboratório).

 

 

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